domingo, 26 de dezembro de 2010

Comentando Séries: The Vampire Diaries - Season 1



                 Ok, eu sei que essa série tem muito preconceito por uma grande parcela do público, graças a onda de vampiros que brilham no sol gerados pela saga "Crepúsculo". Mas "The Vampire Diaries" consegue se destacar de um jeito que a saga de Stephenie Meyer não faz  nem sombra à série, em termos  de qualidade.
            
Spoilers Abaixo


sábado, 25 de dezembro de 2010

Comentando Séries: How I Met Your Mother - Season 1

                   
                  Desculpem pelo atraso nas postagens. A internet aqui de casa passou uns dias fora do ar.. Para iniciar a sessão das séries de tv, inicio por uma que comecei a assistir a menos de um ano, mas que já me viciou como há muito tempo nenhum programa conseguia. (Ps: vou tentar ser breve, prometo)
              
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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Postagem Especial

                 Bem, não queria me deter agora a um dos temas que eu estou destinado aqui no blog. Eu amo falar de entretenimento, mas agora, simplesmente, não me parece a hora certa para falar disso. Então vou fazer algo diferente. Vou falar de algo complexo. Não espero desvendar todas as dúvidas que nós temos sobre o assunto, só quero discutir e ver outros pontos de vista.
                 Até que ponto voce estaria disposto a fazer algo por alguém? O amor é capaz de apagar a linha do individualismo e nos faz sermos verdadeiros altruístas e pensarmos no melhor. Não só no da pessoa amada, mas também no do mundo em que ela vive. Sei que posso estar muito perto de entrar em um lugar-comum muito forte, mas esse pensamento é inevitável. Eu cresci escutando e assistindo histórias que vangloriassem o heroísmo no cinema. E essa vangloriação só encontrava sentido quando o ato era feito por amor, direta ou indiretamente. Seja ele por uma mulher, por uma nação, ou por uma idéia. Confesso que, ao assistir o filme "Matrix", me devaneava em como um personagem se sacrificava pelo outro por amor e como isso era tão recíproco e tão natural. (Neo e Trinity) Lembro-me muito bem de  "Indepedence Day" e quão bravos foram aqueles soldados em lutar pelo seu país e ajudar todos aqueles de serem mortos. Recordo-me até de Benjamin Button, uma história contada de trás pra frente, mas que o amor que eles sentiam um pelo outro nos ajudava a entender completamente toda aquela atmosfera e a justificar todas aquelas atitudes. Admito, com muita convicção, que tudo isso me deleita profundamente até hoje, por não conseguir imaginar isso, no mundo atual ou na Matrix (haha), como algo comum, rotineiro.
                 Sacrifício. Uma palavra de fonética tão feia. Loucura para a maioria.. E hoje é considerada até um clichê por professores de redação diversos (não vamos citar nomes, ok?). Contudo é um absurdo  vermos alguém, com um sentimento sincero, disponibilizando sua habilidade, ou até mesmo sua vida, por amor àqueles que ele cre estar salvando, ser considerado algo banal. Seria isso verdadeiramente loucura? O que será então o amor, sem as chamadas provas de amor?
                 E, agora, sendo um pouco mais direto a respeito do objetivo do post e não simplesmente viajar, quero dizer que ao assistir filmes e séries, tento, de alguma maneira, encontrar um pouco daquela sensibilidade que perdi ao ver a vida ultimamente. Sei que, ao fazer isso, corro o risco de aceitar viver uma realidade que não existe. Mas quando vejo todas essas provas de amor, essas loucuras que, mesmo só sendo vistas em filmes, me dão algo em que acreditar e ajudam, com certeza, a criar pessoas mais sensíveis enquanto a sociedade se torna cada vez mais cruel.
                  Essa foi uma das razões pelas quais me apaixonei pelo cinema: alterar possibilidades, contar uma história de um jeito mais interessante e nem sempre ter que se adequar, se encaixar, na tendência atual.
                  Isso tudo fez algum sentido para vocêsComentem. Abraço.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Comentando Cinema: A Rede Social





Confesso que, após o término do filme, fiquei olhando para a tela de meu computador, como se não acreditasse que o filme terminaria daquela forma. (Calma, nessa parte do texto não vou revelar detalhes significativos da trama) E ao notar de que eu não estava enganado, fiquei com um misto de sensações a respeito do filme. Havia gostado muito das interpretações, que foram seguras e bem estruturadas, e, principalmente, da agilidade do roteiro, feito de uma maneira muito inteligente, algo que traçou muito bem uma característica do nosso protagonista e do filme em si. Contudo, ao mesmo tempo que me deleitava com uma história que conseguia, de fato, prender a atenção do autor, não queria acreditar que as coisas eram realmente daquele jeito.
Ok, eu sei que as pistas foram deixadas durante todo o filme, mas acho que esperava algum tipo de redenção do personagem ou que ele não fosse tão babaca quanto aparentava ser. E o filme foi imparcial a respeito disso. Não foi por nenhuma das duas saídas. E isso faz com que "A Rede Social" seja ainda mais genial, por não nos apresentar a saída mais fácil, um vilão e um mocinho, e sim a história de um jovem muito excêntrico que ficou rico em pouquíssimo tempo. A verdade é que sua personalidade extremamente infantil e sua dificuldade em ter relações inter-pessoais que não estivessem conectadas a um computador o levaram a um caminho no qual o dinheiro e a ambição se tornaram mais importantes que o respeito e companheirismo de seus amigos, e, no caso dele, de seu único amigo. Contudo, o carisma apresentado pelo ator e o retrato que o diretor mostra dele faz com que, ao mesmo tempo, entendamos todas essas atitudes como a de um menino mimado que, de fato, nunca entendeu o mundo em que vivia. 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Comentando Cinema: A Rede Social(2)






Claro que vocês sabem que eu falo de Mark Zuckenberg, criador do Facebook.


O filme começa em um bar onde ele e Erica, sua única namorada ao decorrer do longa, rompem seu relacionamento, causando em Mark uma grande revolta. As consequências disso são postagens idiotas em seu blog pessoal xingando sua namorada o que é seguido mais tarde pela criação do FaceMash, um site em que você pode comparar as garotas da faculdade quanto a sua beleza. 
Essa é a primeira vez que vemos a habilidade magnífica que Mark possui com computadores e também o quão legal era sua amizade com Eduardo Saverin, interpretado muito bem pelo Andrew Garfield, considerado o co-fundador do  Facebook e que, como depois descobrimos, está  processando Mar pelos direitos do site de relacionamentos. 
A história é contada de um jeito bem diferente e que, particularmente, gosto muito: A narração com a intercalação de flashbacks. Não são confusos e ainda prendem mais a atenção do telespectador.
Para encerrar, é preciso ser dito a respeito do paradoxo existente nas entrelinhas do filme: O criador da maior rede de amigos do mundo, na realidade, não tem amigo nenhum. E como também já comentara, a infantilidade de Mark o levou, muitas vezes, a um caminho vingativo, onde ele pisa em seus amigos e usufrui de algo que, na verdade, não estavam nem em seus planos iniciais: dinheiro e fama. 

"Não acho que você seja um babaca, Mark., mas que você se esforça muito para ser tal." 

Apresentação: David

Oi pessoal. Já há algum tempo havia decidido começar a escrever em um blog. Tentar dar um pouco do que eu sei para vocês e, claro, aprender com vocês também aqui. Assim que mais pessoas forem integrando o blog, elas váo ter uma sessão para se apresentarem e dizerem mais especificamente do que elas vão falar. Vou ficar com a parte destinada ao entretenimento, ou seja, filmes, séries e livros, este último com um destaque menor, porque, confesso, não sou um leitor tão proficiente quanto gostaria de ser, mas posso garantir que os outro itens (filmes e séries) estarão bem servidos. E é basicamente isso. A intenção é que, com a entrada de novos escritores para o blog, mais sessões sejam criadas, e que nós possamos trazer diversão e dar um pouco da nossa cara em cada post. Abraço